Conta-me tuas estórias
Das tuas lágrimas de melancolia
Dos antepassados e de suas glórias
De suas experiências com o Sudarshan Kriya
O negro manto em teus olhos
Parece lhe desenturvar a visão
Dando-lhe lentes, colírios, óculos
Caleidoscópios de tua meditação
Invertem-se os trópicos de um tocar utópico
Encadeando acordes num formato lógico
Da valsa pra Elisa, bem devagarinho
Sapateiam unhas, saltitando os dedos
Agarrada às pernas, arrepiados pelos
Ouves melhor se há burburinho.
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