Sentou
Admirou seu rebanho
Teve orgulho do que havia
Conquistado com suor
Numa mão
O cajado de patrão
Na outra
Um presente
Diferente do sempre
Ambos doutor-paciente
Auscultaram-se ao luar
Noite fria, mente quente
Ouvia-se o ranger dos dentes
E o presente, ali parado
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