Guaratiba em chamas chora
Os ônibus queimados na aurora
A multidão manifestante
E a paz resultante dos tempos de outrora
Em cada instante violento
Existe dentro de mim um ser
Também violento
Que por vezes se recolhe
E que de tanto se encolher
Acaba explodindo combalido
Em supernova radiante
Noutro instante tudo acalma novamente
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